sábado, 16 de setembro de 2017

11ª Primavera dos Museus acontece em Volta Redonda





A partir de terça-feira, 19, até 22 de setembro, Volta Redonda vai se integrar a uma rede nacional de mais de 900 museus que em todo Brasil irão oferecer mais de 2,5 mil atividades especiais para o público. É a 11ª edição da Primavera dos Museus, evento promovido pelo Ibram (Instituto Brasileiro de Museus). 

Na Cidade do Aço, as atrações serão no MMTB (Museu da Memória do Trabalhismo Brasileiro), na Vila Santa Cecília. A abertura está marcada para as 18h e a programação promete movimentar Volta Redonda com uma jornada criativa de cultura e entretenimento.



Programação:

  • Lançamento do I Catálogo Audiovisual de Trabalhadores da Cidade do Aço
A presidente do Museu, Angela do Bem, vai anunciar o lançamento do I Catálogo Audiovisual de Trabalhadores da Cidade do Aço.Trata-se de uma campanha para montagem de acervo digital, que recebe vídeos de trabalhadores informando quais são suas funções e seus desafios no trabalho que exerce. 

Durante toda a primavera, o MMTB vai receber os vídeos de trabalhadores de Volta Redonda e esses serão parte do acervo permanente do Museu. Relatos de pessoas que vieram para Volta Redonda, por um sonho de trabalho e emprego, gente que atua em novos desafios tecnológicos, sociais e políticos, registro e memória de pessoas e seus afazeres. 

  • 1ª Gincana Fotográfica de Volta Redonda 
 A Gincana Fotográfica recebe inscrições até o momento da “largada”, na noite de abertura, e para participar basta se inscrever na fanpage do Museu. Os inscritos serão desafiados a produzirem três fotos por dia dentro de temas que envolvem a cidade, seus personagens, lugares, ambientes e cores de Volta Redonda.

Até o dia 22 de setembro, os concorrentes terão que postar nove fotos por dia com temas variadosTodas as fotos serão julgadas e as mais pontuadas serão premiadas com uma cesta cultural que inclui ingressos de cinema, corridas de Kart, cortesia em Hotel Fazenda, jantar, entre outros. 

As inscrições são gratuitas e abertas a todas as pessoas interessadas em fotografar com celular ou máquina fotográfica, de acordo com as provocações temáticas da gincana.
  
  •  Intervenção Artística  
Durante as apresentações musicais vai acontecer uma inédita intervenção artística de arte híbrida e com diversas provocações. O grafiteiro Rick Fire vai mostrar o seu trabalho simultâneo à projeção de poemas e filmes clássicos do cinema, tais como “Metrópolis”, de Fritz Lang; “Deus e o Diabo na Terra do Sol”, de Glauber Rocha; “Tempos modernos”, de Chaplin; e mais de 25 filmes, inclusive documentários sobre a CSN e a Cidade do Aço.

  •  Artes plásticas -  A organização convidou os artistas Antonio Geraldo, Flávio Dutra e Hugo Kruger para mostrarem seus talentos.

  • Orquestra Semeando Música - Com o maestro Gilberto da Silveira e a ONG Arte em Todo Lugar, que trabalha com pessoas com deficiência, também se apresenta nesse palco, juntamente com os poetas Nides Freitas, Sérgio Garloppa e Ed Zambroni.

  • Clayton Pereira e Nina Ribeiro -  Os músicos também são convidados para apresentarem seus novos trabalhos.

  • .Banda Navegantes - Vem se destacando na cena reggae do Sul do Estado.

  • DJ Mameluco - Com sua sonoridade digital.

  • Meninos do Batuque -  Musicando a performance teatral de Stael de Oliveira, denominada “A chaminé”.

O evento marca a resistência do Espaço Cultural diante da investida jurídica da Companhia Siderúrgica Nacional em retomar a propriedade do espaço físico. 

De acordo com Kika Monnteiro, jornalista e bacharel em Direito, que por dez anos presidiu o Clube Foto Filatélico de Volta Redonda, sendo uma das fundadoras do Museu da Memória do Trabalhismo Brasileiro, é preciso resistir e envolver toda a sociedade na defesa da história da cidade. 

- A sociedade há de manifestar sua indignação perante essa estratégia desastrosa da CSN que vem há anos investindo contra o patrimônio de nossa cidade, com sua mira capitalista voraz voltada para nosso patrimônio cultural e histórico - declarou. 


11ª Primavera dos Museus VR

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Se não me falha a memória, nossa história vai ser esquecida!


Semana passada fiquei chocada com mais uma decisão vergonhosa em favor da CSN e contra mais um patrimônio histórico e cultural de nossa cidade! O único museu de Volta Redonda pode perder seu espaço físico para a empresa que também deixou de ser do povo para ser entregue a iniciativa privada. Uma sentença em primeira instância garantiu a reintegração de posse do terreno que foi cedido há quase meio século para o Clube Foto construir sua sede com recursos próprios e que hoje abriga o único espaço dedicado à preservação da memória do trabalhismo brasileiro em nossa região.


Há doze anos, em meados de 2005, fomos convocadas, eu e a fotógrafa Ângela do Bem, a colaborar com a gestão do Clube Foto Filatélico Numismático de Volta Redonda – instituição que a época já possuía mais de meio século de relevantes serviços prestados a sociedade da “cidade do aço” na área cultural.


Colecionador de inúmeros prêmios, muitos deles em âmbito internacional – fruto do engajamento de grandes homens e mulheres que empreenderam suas paixões coletivamente em prol de um movimento genuíno, o Clube, que se propunha a promover as artes fotográficas, filatélicas (coleção de selos) e numismáticas (coleção de moedas e cédulas), garantiu reconhecimento dos poderes municipal, estadual e federal com os inúmeros títulos de utilidade pública e certificações de grande valor social que recebeu nas mais de cinco décadas em que atuou.


Eventos de extrema relevância para a área da fotografia - que viveu seu apogeu durante as décadas que precederam a revolução tecnológica que experimentamos hoje, foram objeto de grande repercussão do nome da cidade de Volta Redonda entre os mais consagrados fotógrafos brasileiros e estrangeiros que viviam em sua essência a efervescência da magia que esta arte proporciona: a de eternizar os momentos. Até mesmo a ONU – Organização das Nações Unidas reconheceu o trabalho dos nossos artistas que realizaram eventos únicos e que marcaram a história da fotografia mundial, como a I Bienal de Arte Fotográfica em Cores do Brasil – uma ousada iniciativa empregada pelo time de craques do Clube Foto da nossa cidade, que foi um dos mais importantes e consagrados Clubes de Fotografia do país.


Com todo esse conteúdo tombado pelo patrimônio artístico cultural de Volta Redonda, a instituição representava em nossa visão a mais legítima das organizações para propor e abrigar a primeira instituição museológica que a cidade precisava instituir.

A história de transformação que o Brasil viveu com seu ingresso no contexto da Revolução industrial - que mudou para sempre a nossa sociedade, se deu pela criação da maior siderúrgica da América Latina nas terras da então Santo Antônio da Volta Redonda, distrito de Barra Mansa, localizado de forma estratégica no eixo Rio-Minas-São Paulo e que fez nosso país deixar de viver economicamente da atividade agrária para se tornar uma grande potência tecnológica e inovadora.

Todo esse movimento de articulação - meticulosamente construído pelo Presidente Getúlio Vargas, fez os olhares do Brasil e do mundo se voltarem para a cidade modelo que foi construída em torno da grande indústria. Muito em torno, diga-se de passagem, ignorando os danos ambientais que a atividade de produção do aço e seus derivados iriam, em pouco tempo trazer para aquela população, que se formava com gente vindo de toda parte do país e até do estrangeiro em busca de trabalho e ascensão social.



O progresso era inevitável, mas mesmo com todos os ganhos e avanços que a cidade experimentou por sucessivas décadas de investimentos pesados, com uma indústria estatal que se comportava com seus colaboradores como uma mãe para com seus filhos, nem a CSN nem os governos municipais que se sucederam, entenderam o tamanho da importância que esse movimento gerou no mundo, posto que jamais empreenderam esforços para criar um espaço ou ambiente para garantir o arcabouço necessário para que essa memória fosse guardada, preservada e difundida para as futuras gerações.


A “cidade modelo” que foi de fato planejada e recebeu inúmeros investimentos inéditos no país, não havia - até meados da virada do milênio - constituído um museu direcionado exclusivamente a organizar todo este conteúdo gerado no auge do período de construção da empresa e da cidade com toda a diversidade dos povos que se miscigenaram criando os “arigós”- expressão usada por muitos historiadores para designar o povo oriundo e fruto deste movimento.

Milhares de fotos, vídeos, áudios e notícias de jornais, rádio e televisão permaneciam espalhados pelos quatro cantos da cidade e fora dela. A empresa – multinacional - já entregue vergonhosamente nas mãos da iniciativa privada no início dos anos 90, também possuía um imenso acervo que constitui patrimônio material e que nunca foi disponibilizado à sociedade. Esse acervo é a certidão da nossa memória, que é o nosso patrimônio imaterial.



Esse patrimônio público deveria ter sido negociado à época ou simplesmente retirado do edital de privatização, a exemplo da nossa Floresta da Cicuta – maior reserva de Mata Atlântica urbana da cidade, da Fazenda Santa Cecília – uma das mais importantes propriedades do Vale do Ciclo do Café, dos inúmeros e estratégicos terrenos que poderiam hoje estar proporcionando o desenvolvimento econômico da cidade com a instalação de empresas geradoras de empregos – que o advento da privatização fez despencar em nossa cidade, transformando-a hoje em uma cidade com a maior parte da população idosa, com o êxodo dos jovens que não têm mercado para se inserir, e claro, os clubes sociais da cidade – como Umuarama, Náutico, Aero, Laranjal, Ressaquinha e o nosso Foto Filatélico.

Hoje me questiono, frente à recente sentença proferida contra o Clube Foto e em favor da reintegração de posse, proposta pela hoje privada CSN, do terreno que foi cedido em COMODATO POR TEMPO INDETERMINADO há quase cinquenta anos à nossa instituição - que tomou para si a responsabilidade de fundar o museu tão necessário à preservação desta rica memória, se valeu a pena tanto esforço dedicado por mim, Fabiana Alvarez e por uma centena de pessoas que por mais de uma década lutaram para que tivéssemos constituído em nossa cidade a primeira instituição museológica a abrigar este conteúdo.

O IBRAM – Instituto Brasileiro de Museus o reconhece, o Ministério da Cultura aprova, a Secretaria de Estado de Cultura financia, a população aprova e interage nos ajudando na construção deste acervo colaborativo que há mais de cinco anos estamos organizando e disponibilizando para o mundo.


Quais serão os verdadeiros motivos que levam hoje a CSN a se comportar como a “madrasta má” e não querer dialogar com a sociedade da cidade que ela construiu ao seu redor?

Após a privatização e agora - em tempos temerosos, a CSN inescrupulosamente, assalta nossa cidade para si com intuito ainda mais maléfico que o abuso financeiro, que é apagar nossa memória, destruir nosso passado e nossas esperanças. Mas também, memórias pra quê?


A sociedade há de manifestar sua indignação perante esta estratégia desastrosa da CSN que vem há anos investindo contra o patrimônio da nossa cidade, com sua mira capitalista voraz voltada para nosso patrimônio cultural e histórico.



Espero, por fim, que a ausência de sensibilidade do poder público municipal nesses últimos anos pós-privatização, seja compensada pelo atual governo representado pelo prefeito Samuca, que no meu ponto de vista, deveria acoplar à sua proposta de compra do emblemático Escritório Central da CSN, em troca das milionárias dívidas que há décadas não são pagas, outros imóveis de relevância para a cidade como a Fazenda Santa Cecília, a Mata da Cicuta (cuja entrada a CSN proibiu até mesmo a visitantes) e nossos Clubes Sociais que guardam e representam o verdadeiro patrimônio histórico da “cidade do aço”.


Afinal, como diz Vicente Melo - meu mestre e grande intelectual da cidade, autoridades que falam em qualidade de vida, não podem ignorar os valores que atestam a identidade cultural da comunidade.


* Kika Monnteiro é jornalista, bacharel em direito e por 10 anos presidiu o Clube Foto Filatélico de Volta Redonda, sendo uma das fundadoras do Museu da Memória do Trabalhismo Brasileiro.





terça-feira, 22 de abril de 2014

Pinhole Day 2014 - no Clube Foto!

http://www.olhovivoca.com.br/entrevistas/2351/clube-foto-comemora-o-dia-internacional-da-fotografia-pinhole/

Clube Foto comemora o Dia Internacional da Fotografia Pinhole

Entrevistas  –  20/04/2014 15:00
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(Fotos: Luciana Candioto)

Evento é anual e acontece no último domingo de abril; objetivo é promover e celebrar a arte de fotografar com câmaras escuras

Serão realizadas oficinas de fotografia na lata, gratuitas,
pelo Ponto de Cultura "A Fotografia Como Inclusão Social"
 
Passado, presente e futuro reunidos. O Clube Foto Filatélico de Volta Redonda realiza em 27 de abril, das 10 às 17h, o "Pinhole Day". O evento é anual e acontece no último domingo de abril, para comemorar o Dia Internacional da Fotografia Pinhole. O objetivo é promover e celebrar a arte de fotografar com câmaras escuras. Serão realizadas oficinas de fotografia na lata, gratuitas, pelo Ponto de Cultura "A Fotografia Como Inclusão Social". 

Confira a entrevista com a coordenadora do projeto
A Fotografia Como Inclusão Social, Angela Do Bem
 

Como e onde surgiu o Dia Internacional da Fotografia Pinhole? E com qual objetivo? 
O Dia Internacional da Fotografia Pinhole (Worldwide Pinhole Photography Day - WPPD) é um evento internacional desenvolvido por dezenas de voluntários espalhados por todo o mundo, em 2000, criado com o objetivo de promover e celebrar a arte da fotografia pinhole, ou seja, a arte de fotografar sem uma câmera fotográfica propriamente dita, usando latas ou caixas. 
É a primeira vez que o Clube Foto faz esse evento? 
É a primeira vez que o Clube Foto participa do evento, mas já trabalhamos com essa arte desde sempre e principalmente agora com o Ponto de Cultura "A Fotografia Como Inclusão Social", onde realizamos mensalmente oficinas de pinhole, com prioridade para estudantes da rede pública de ensino, mas também para a comunidade. 
O que é e como funciona a fotografia na lata? 
A fotografia na lata ou fotografia pinhole é um processo fotográfico sem a utilização de lentes, de modo que a foto é obtida a partir de um compartimento escuro e vedado à entrada de luz, com apenas um pequeno orifício em uma das extremidades. A luz entra por esse pequeno furo (pinhole, em inglês quer dizer buraco de agulha) e projeta a imagem exterior no fundo do compartimento. Essa imagem é capturada por uma superfície fotossensível, como papel ou filme fotográfico, e posteriormente revelado como uma fotografia comum. O legal é que a imagem produzida em uma pinhole apresenta uma profundidade de campo quase infinita, ou seja, todos os planos da cena aparecem em foco, coisa que não acontece com nenhum tipo de lente. 
Quem vai ministrar as oficinas, qualquer pessoa pode fazer, tem idade? 
As oficinas serão ministradas pela equipe do Ponto de Cultura "A Fotografia como Inclusão Social", além de fotógrafos, voluntários e colaboradores amantes dessa arte milenar. Qualquer pessoa de qualquer idade pode participar, basta ser louco por fotografia, como nós do Clube Foto. 
Como e onde se inscrever? 
As inscrições estarão abertas a partir do dia 22 de abril pelo telefone (24) 3342-6450 ou direto na sede do Clube Foto, das 9 às 18h. 
Qual a expectativa de público no dia 27? As pessoas vão apenas para participar das oficinas ou curiosos comparecem para conhecer esse tipo de fotografia? 
Nossa expectativa é a de que centenas de pessoas visitem o Clube nesse dia. As oficinas serão agendadas antes, portanto, limitadas a um número de pessoas, mas teremos o maior prazer de receber todos os visitantes e juntos fazermos várias fotos na lata. 
Além disso, o Museu da Memória do Trabalhismo Brasileiro, abrigado no Clube Foto, estará aberto para visitação, e aceitando doações de câmeras velhas e fotos antigas, por meio de campanha a ser lançada no início da semana que antecede o Pinhole Day, numa estimulante e gostosa viagem ao passado e às origens da fotografia. 

Veja a galeria de fotos de uma oficina de pinhole 


Como vão funcionar na prática as oficinas? É preciso levar algum tipo de material? 
Serão quatro oficinas, com 25 pessoas cada, distribuídas durante o dia (10h, 12h, 14h, e 16h), sendo que duas já estão fechadas com ONGs parceiras do clube, lembrando que esse é um projeto de inclusão através da fotografia, certo? 
As outras duas serão abertas à comunidade, àqueles que primeiro se inscreverem. Não é necessário trazer nenhum tipo de material, a não ser que a pessoa já tenha sua pinhole. Quem quiser pode também doar para o projeto latas de leite em pó com tampa de alumínio (e não de plástico porque entra luz), e ainda fazer sua máquina fotográfica junto com nossa equipe. O que pedimos é a colaboração das pessoas para que tragam um litro de leite ou suco para os alunos dos nossos cursos de fotografia que acontecem toda semana na sede do Clube. 
O resultado, as fotos, é visto na hora? Os participantes têm acesso a essas fotos? 
Sim, essa é a "mágica" do projeto, as pessoas aprendem a fazer a "máquina" e a revelar as fotos. E a magia se dá na luz vermelha do laboratório, quando a imagem revelada nos surpreende de forma encantadora. Lembrando que é um trabalho artesanal, de paciência, persistência e a perfeição como tudo na fotografia, só vem com prática, e ainda, não é um concurso fotográfico, não existem fotos boas ou ruins, cada pinhole é única. Os participantes terão acesso às fotos escaneadas, porque as originais ficarão no Clube Foto para uma posterior exposição ainda este ano. 
Em tempos de fotos digitais, qual a importância de se conhecer esse tipo de fotografia? 
Acreditamos que alimentar e ampliar o olhar artístico através da linguagem fotográfica deve ser uma preocupação constante de quem trabalha neste universo. E conhecer a origem da fotografia, como ela surgiu, é obviamente o primeiro passo, por isso a importância de não somente conhecer mas praticar e promover essa antiga, porém cada mais popular prática fotográfica. Este evento, o Pinhole Day, é uma forma lúdica de aprender fotografia e interagir com o mundo, pois à medida que as fotos vão sendo reveladas, elas serão escaneadas, enviadas para o site dos idealizadores do projeto e compartilhadas em todo o mundo. Fica a dica para que as pessoas conheçam mais sobre o eventoaqui e venham no dia 27 se divertir com a gente, de forma democrática, comunitária e participativa, num processo constante de aprendizagem e troca.

Serviço 

> Clube Foto Filatélico e Numismático de Volta Redonda - Rua 19, n.21, Vila Santa Cecília. Telefone: (24) 3342-6450. Saiba mais no site e acompanhe a novidades no Facebook
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quinta-feira, 17 de abril de 2014

PINHOLE DAY 2014 - Venha comemorar o dia mundial da fotografia pinhole 
no Clube Foto e aprenda a fotografar com uma lata!


quinta-feira, 10 de abril de 2014

Clube Foto - 60 anos de história!

No 31 de março o Clube Foto Filatélico comemorou 60 anos de dedicação à arte fotográfica . A festa aconteceu em sua sede e contou com a presença de centenas de amigos, ex-presidentes, ex-alunos e muitos jovens amantes da primeira arte. Na programação, palestra com o fotógrafo Ernesto Carriço - Fotojornalismo em grandes eventos; Exposições de fotografia e música ao vivo, com a banda Ranieri e os
 Pinto.  Parabéns ao sessentão que é também Ponto de Cultura e Museu.









terça-feira, 28 de maio de 2013

MOSTRA VIRTUAL - ARTE EM MOVIMENTO

I FEST FOTO DE VOLTA 
Fotos ganhadoras do Concurso Fotográfico: ARTE EM MOVIMENTO













I FEST FOTO DE VOLTA 
Fotos selecionadas no Concurso Fotográfico: ARTE EM MOVIMENTO